
Olá leitor,
Bem vindo à nossa coluna “A arte e os arteiros”!
Será um prazer compartilhar com vocês nossas experiências no mundo das artes. A idéia deste espaço é expor nossa visão, sentimentos e opiniões relacionadas a qualquer tipo de manifestação artística que tenhamos contato. Não pretendemos, e nem temos competência suficiente, de analisar criticamente essas obras. Somos apenas arteiros falando de arte!
Meu nome é Daniel Ladeira, serei um dos colunistas deste espaço. Sou paulistano, jornalista, mestre em comunicação, casado e amo arte!
Durante cinco anos fui guitarrista base de uma banda de rock. Quando me perguntam sobre o meu paladar musical, respondo que sou como um cão vadio no meio da rua. Gosto de tudo: de Ludwig ao Chimbinha, de Mano Brown ao Moska, de Lenine ao Jamie Cullum, de Norah Jones ao Cartola, de Beatles ao U2. Quando me perguntam da sétima arte, me lembro de “A Festa de Babette”, do “Incrível Exército de Brancaleone” e também do blockbuster “ Tropa de elite 2”. Quando me perguntam de dança, amo contemporânea, ballet e flamenco. Quando me perguntam de literatura sou fã do C.S. Lewis, Jostein Gaarder, Carlos Heitor Cony, entre outros...
Como hoje investimos tempo em nossa apresentação, serei breve ao comentar sobre a minha última leitura, O Castelo nos Pirineus, de Jostein Gaarder (autor de O Mundo de Sofia).
Acabei de ler na última semana e, confesso, com lágrimas nos olhos.
Para ser bem sincero, quase abortei a leitura no meio, mas descobri que o livro guardava uma série de surpresas emocionantes que tocaram fundo a minha alma.A história se passa na Noruega, onde reside o autor, e relata a vida de Steinn e Solrunn, ex-namorados que se reencontram por “acaso” e passam a trocar e-mails depois de 30 anos.
Steinn é a ciência em pessoa, um homem extremamente racional. Ela, Solrunn, é uma pessoa mais aberta para questões místicas e espíritas. Visões antagônicas que norteiam toda a obra.
A troca de mensagens entre eles é pautada em um grande mistério que eles viveram no fim do relacionamento e discussões filosóficas e teológicas sobre a vida. Confesso que os debates e a narrativa descritiva são um pouco cansativas, por isso cogitei o aborto. No entanto, o final do livro revela reviravoltas sensacionais, capazes de emocionar o leitor. Indico.
Agora vou passar o bastão para mais uma “arteira”, a nossa colunista Tati Jantchc.
Eu sou a Tatiana e, semana sim, semana não estarei por aqui dividindo com vocês um pouco das ideias que guardo comigo. Gosto de Beatles, Fernando Meirelles e até do Paulo Coelho! Sou radialista de formação e curiosa de nascimento (sou de gêmeos, já viu né?). Vou falar do que vejo, leio, ouço e sinto. Será uma viagem!
Pra começar, meu assunto preferido: literatura! Estou lendo um livro de ficção científica do visionário Isaac Asimov, Os Próprios Deuses. O Asimov tem uma literatura bastante visual e por
conta disso, acredito que já conheça um pouco do seu trabalho. Os filmes O Homem Bicentenário (1999) e Eu, Robô (2004) foram baseados em sua obra.O livro conta a história de uma “Bomba de Elétrons Entre Universos” que gera energia limpa e barata para todo o planeta (dá pra ser mais atual?), tornando seu criador um ícone benfeitor mundial. Porém quando um jovem cientista resolve escrever a história dessa invenção descobre que as coisas não são tão indefectíveis assim. Conceitos de física e mistério nesse romance interplanetário. Pra quem não tem medo do E.T.
Já sabe, toda sexta-feira aqui no Curtinhas tem A Arte e os Arteiros.
Até a próxima semana!
Prof. Ladeira e Tatiana,
ResponderExcluirParabéns pela coluna. Tentarei passar aqui com mais frequência.
Mas Prof... Chimbinha? "Tá fornçando a amizade" hahaha.
Parabéns Dani e Tatiana.
ResponderExcluirGostei muito das apresentações e dos comentários que foram formulados com genial simplicidade, demonstrando nas palavras, exatamente aquilo que está na alma...
Muito sucesso aos dois.
PS: sou muito suspeito em comentar pois afinal o Daniel é meu filho....
José Otávio
Ladeira,
ResponderExcluirAdorei a ideia da coluna. Acho que tem tudo pra ser bem bacana. Vocês tem um grande objetivo aí pela frente, afinal, estarão concorrendo o mesmo espaço de informação e entretenimento que nada mais, nada menos: André Barcinski, Merten, Zé Geraldo Couto, Patricia Kogut, Inácio Araújo, entre outros... Confesso que fiquei com vontade de ler "Castelo nos Pirineus". Quando for falar de cinema, ficarei na espectativa de ler sobre hitchcock e Almodovar, meus diretores favorito.
Abraços, boa sorte!