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quinta-feira, 31 de março de 2011

Restaurant Week






Começou nesta semana a 8ª edição do Restaurant Week. Serão duas semanas, 21 de Março a 03 de Abril, de promoções em mais de 300 restaurantes no estado de São Paulo e nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Espírito Santo, Recife e Rio de Janeiro. O evento tem como objetivo ajudar diversas instituições de caridade sugerindo aos consumidores uma contribuição de R$ 1,00, depositado em uma específica lata, presente em todos os restaurantes participantes. Atualmente o evento ocorre em algumas cidades do mundo, porém São Paulo já se consolidou como a segunda cidade com maior número de restaurantes participantes, perdendo apenas para Nova Iorque. Cada restaurante elabora o seu próprio cardápio dentro de um tema proposto com entrada, prato principal e sobremesa a um custo de 29,90 no almoço e 39,90 no jantar. Para esse ano o tema é: ingredientes da estação. Em São Paulo, por exemplo, por esse valor é possível comer em alguns restaurantes considerados mais caros como o La Vecchia Cucina, Shintori e o Obá. Em geral, todos os restaurantes apresentam o que têm de melhor, e aproveitam a oportunidade para promover não só seu próprio nome como o do chef residente. Porém, nem tudo são flores. Acrescente ao proposto bebidas, couvert e serviço, e dependendo do restaurante, somente o couvert já é mais caro que a própria promoção. Além disso, há muita procura, o que ocasiona muitas filas, portanto vá um pouco antes ou tente fazer reserva. A lista completa dos restaurantes bem como os cardápios estão no site https://webmail.tvglobo.com.br/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://www.restaurantweek.com.br/. Uma busca rápida no Google também ajuda à saber quais são os mais badalados em cada região. Gostaria da opinião de quem aproveitou ou irá aproveitar o evento. É importante saber como cada região participa do evento. Elogios e críticas são bem vindas!!!


Belo Horizonte 2011 Restaurante Rua Levindo Lopes, 158--Santo Agostinho-Belo Horizonte



Brasília Corrientes 348 CLS 411, Bloco D -Loja 36-Asa Sul-Brasília


Curitiba Bistrô do Victor R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 - Campina do Siqueira(0xx)41 3317-6920 Entrada: Quiche de Siri Prato Principal: Quatro camarões rosa médios e duas trouxinhas de massa de panqueca recheadas com cogumelos shimeji e queijo brie. Sobremesa: Abacaxi na brasa com uma bola de sorvete de baunilha Häagen-dazs






Espírito Santo Restaurante Porto do Bacalhau Av. Anísio Fernandes Coelho, 66-Loja 13-Jardim da Penha-Vitória




Recife Beijupirá Rua Saldanha Marinho - Carmo - Olinda


Rio de Janeiro Gula Gula Rua Alexandre Ferreira, 220 Loja AJardim Botânico - Zona Sul - (21) 2537-8906


São Paulo Apriori Cucina Av. Portugal , 694--Brooklin -São Paulo

quinta-feira, 24 de março de 2011

8ª edição do Restaurant Week

Começou nesta semana a 8ª edição do Restaurant Week. Serão duas semanas, 21 de Março a 03 de Abril, de promoções em mais de 300 restaurantes no estado de São Paulo e nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Espírito Santo, Recife e Rio de Janeiro.

O evento tem como objetivo ajudar diversas instituições de caridade sugerindo aos consumidores uma contribuição de R$ 1,00, depositado em uma específica lata, presente em todos os restaurantes participantes.

Atualmente o evento ocorre em algumas cidades do mundo, porém São Paulo já se consolidou como a segunda cidade com maior número de restaurantes participantes, perdendo apenas para Nova Iorque.

Cada restaurante elabora o seu próprio cardápio dentro de um tema proposto com entrada, prato principal e sobremesa a um custo de 29,90 no almoço e 39,90 no jantar. Para esse ano o tema é: ingredientes da estação.

Em São Paulo, por exemplo, por esse valor é possível comer em alguns restaurantes considerados mais caros como o La Vecchia Cucina, Shintori e o Obá. Em geral, todos os restaurantes apresentam o que têm de melhor, e aproveitam a oportunidade para promover não só seu próprio nome como o do chef residente.

Porém, nem tudo são flores. Acrescente ao proposto bebidas, couvert e serviço, e dependendo do restaurante, somente o couvert já é mais caro que a própria promoção. Além disso, há muita procura, o que ocasiona muitas filas, portanto vá um pouco antes ou tente fazer reserva.

A lista completa dos restaurantes bem como os cardápios estão no site http://www.restaurantweek.com.br/. Uma busca rápida no Google também ajuda à saber quais são os mais badalados em cada região.

Gostaria da opinião de quem aproveitou ou irá aproveitar o evento. É importante saber como cada região participa do evento. Elogios e críticas são bem vindas!!!

quinta-feira, 17 de março de 2011

A culinária mexicana sempre esteve próxima dos brasileiros


Ultimamente, os restaurantes mexicanos têm aparecido mais na versão tex-mex, quase um fast-food mexicano. Esses restaurantes estão presentes em shoppings ou restaurantes - inevitável não pensar em tacos e nachos.

A cozinha é uma mistura de produtos aztecas e conquistadores espanhóis. Quando os espanhóis chegaram à cidade do México, encontraram uma dieta baseada em milho, feijão e ervas. Com a introdução do arroz, carne de vaca e vinho pelos espanhóis, começou-se a criar uma mistura muito parecida com a culinária dos tempos atuais.

Sempre com pratos coloridos e decorados de sabor picante, a comida mexicana está presente na maioria dos países da América, bem como em alguns europeus. Os Estados Unidos, que possuem uma diversidade culinária abrangente, têm como a comida mexicana um dos seus principais pratos. Por lá, a cadeia de restaurantes fast-food Taco Bell faz muito sucesso.

O Brasil hoje não possui uma grande rede nesse ramo. Tínhamos até os anos 90 a rede Jack in the Box, porém o restaurante não sobreviveu a uma época em que poucas pessoas tinham o hábito de comer fast-food. Aqui em São Paulo alguns restaurantes fazem muito sucesso no quesito tex-mex, incluindo meu favorito, o Yucatán.

O Yucatán é um restaurante tipicamente tex-mex. No cardápio é possível encontrar outras comidas típicas, mas o que atrai muitas pessoas para o restaurante é o sistema de rodízio. Logo de entrada, são servidos nachos com guacamole, sour cream e um tomate cortadinho apimentado. Entre os pratos principais são servidos burritos, tacos, quesadillas e chilli. À noite, a atração do restaurante são os mariachis, cantores de música que vão de mesa em mesa demonstrar um pouco da típica música mexicana. No México, eles tocam esperando um dinheirinho - aqui não poderia ser diferente.

Recomendo chegar antes da sua fome, pois o restaurante vive lotado de gente bem nova, tem fila pro estacionamento, e o espaço não é muito grande. O preço é bem razoável para um rodízio e o atendimento é sempre muito prestativo. Experimente acompanhar a entrada com uma cerveja mexicana com limão. Ayayay!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Harmonização





Você já deve ter ouvido em harmonização de diferentes vinhos com variados queijos e comidas. Porém, não são somente os vinhos que casam bem com comida: a cerveja também pode ser combinada , e não estou falando do popular amendoim.

Em geral, cervejas do tipo pilsen caem muito bem com comidas mais leves. As cervejas encorpadas, de trigo ou red ale, são harmonizadas com pratos condimentados e com molhos. As sobremesas casam com cervejas mais escuras.

As cervejas artesanais estão tomando cada vez mais espaço nas gôndolas, competindo com as marcas mais tradicionais. Estão sendo conhecidas aos poucos pelo mercado brasileiro devido à sua distribuição e diminuição de preço. Essas cervejas muitas vezes são conhecidas como gourmet, e também entram na lista de harmonização com pratos.

No link abaixo, o gastrônomo Eduardo Passarelli indica algumas boas combinações entre diversos tipos de pratos e cervejas conhecidas.

http://tc.batepapo.uol.com.br/convidados/arquivo/gastronomia/sommelier-eduardo-passarelli-da-dicas-de-como-harmonizar-cervejas-com-diferentes-tipos-de-alimentos.jhtm

quinta-feira, 3 de março de 2011

O IHOP







Continuando com o tema da semana passada, vou falar sobre um restaurante americano especializado em panquecas, no estilo fast food.

O IHOP (International House of Pancakes) tem mais de 1400 lojas em mais de 50 estados no território americano, e também está presente nos vizinhos Canadá e México. Criada em 1958, a rede tem como prioridade servir o café da manhã - que não é o nosso delicioso pão na chapa e cafezinho.

Inclua ovo em todas as composições e adicione bacon, batata e, claro, panquecas. Você encontrará, em todas as mesas, o tradicional café americano (“chafé” para nós), geléias de morango e framboesa, e mel. Todos servem como acompanhamento à porção de três panquecas por pessoa. Ainda é possível pagar um pouco a mais para comer quantas quiser.

No almoço e no jantar, são servidas omeletes que podem ser acompanhadas de legumes ou carnes, além de sanduíches, saladas e comida tex-mex fast-food, com quesadillas e burritos. Um dos destaques são os hash browns. Batata ralada frita com nome chique.

Em alguns meses, principalmente no verão, o restaurante oferece diversos tipos de drinks. Geralmente são misturados sucos ou polpas de frutas com água com gás ou Sprite.

Para adoçar o paladar, o IHOP oferece paquecas doces, waffles, torta de chocolate e cheesecake.

Como 99% dos restaurantes são franquias independentes, cada restaurante respeita o padrão local de atendimento. Porém, todos possuem a mesma decoração e cardápio. O custo é bem razoável e os pratos são bem servidos.

A IHOP é detentora da marca Applebee’s, restaurante presente no Brasil. A pergunta que fica é: será que um restaurante como esse faria sucesso em terras tupiniquins? Bom, enquanto ainda não podemos desfrutar por aqui, veja as fotos do cardápio pelo site: http://www.ihop.com.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Panquecas






Criadas há mais de 9000 anos, as panquecas possuem diferentes características em cada país. Diversos historiadores indicam que ela surgiu de forma acidental quando, na França, uma mulher derramou mingau no fogão, que cozinhou e acabou criando uma massa fácil de manusear.
Em geral, lembramos das panquecas americanas, presentes em nossas casas pela televisão - por conta de cafés da manhã em filmes e séries. São redondas, pequenas, magras; feitas de farinha de trigo, ovos e leite. De origem inglesa, elas não fazem muito sucesso por aqui.

Em grande parte da Europa, e também no Brasil, as panquecas são mais conhecidas como crepe. Há recheios salgados, como carne, queijo e frutos do mar; e doces, com frutas, chocolate ou doce leite. Especialmente no Brasil, as misturas são diversas e às vezes até estranhas.

O Desfrutti é uma rede paulista de restaurante que tem como proposta um cardápio saudável. Entre sucos, wraps e sanduíches, o crepe tem destaque no cardápio e no preparo - feito na hora, à vista de todos no restaurante. Comparado ao restaurante Wraps, o Desfrutti tem mais opções e os produtos me parecem mais frescos e saborosos.

Os destaques são os crepes de carne seca com cebola, camarão e estrogonofe (de filet mignon ou frango). O preço gira em torno de 17 a 24 reais, e um crepe garante uma boa refeição. As opções doces, com frutas misturadas ou não a chocolate, são uma ótima sobremesa e também uma tentação, pois existem diversos cartazes com enormes e apetitosos crepes doces.

Minha combinação favorita é tomar o suco de uva verde com água de coco, comer um crepe de carne seca com cebola e, dependendo da fome, pedir um crepe de banana ou morango com chocolate.

Ficou com vontade?
Se não conseguir dar um pulo no Desfrutti, prepare essa receita rápida de panqueca:

Massa:
2 ovos
2 xícaras de leite
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher de chá de fermento em pó
Sal a gosto

Recheio:
1/2 kg de carne moída
Sal
Pimenta do reino
Cheiro verde
1 pimentão
1 cebola
2 dentes de alho
1 tomate
Extrato de tomate

Bata tudo no liquidificador, e prepare o recheio em uma panela. Frite as panquecas e recheie uma por uma.

Na próxima semana, continuo no tema das panquecas, mas em sistema fast food.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Reciclagem de Alimentos






Com uma pesquisa rápida na internet, é possível encontrar diversos sites sobre o tema reciclagem de comida. O ato de reciclar pode se dividir em três: reaproveitamento, reciclagem de restos de comida e, o mais comum, a separação do lixo.

A maioria dos alimentos possui diversas propriedades encontradas em suas cascas ou folhas. Alguns alimentos inclusive podem ser aproveitados integralmente, como as folhas de cenoura, de beterraba, ou as cascas de batata, de banana ou laranja.

Não há hoje tal conscientização, principalmente no Brasil. Diversas toneladas de alimentos são desperdiçadas por falta de conhecimento, além de outros fatores como má estocagem e falta de distribuição. Seguem alguns dados:

“Atualmente, das 10 mil toneladas de produtos que entram diariamente no CEAGESP, 1% vai para o lixo - 100 toneladas são 100 mil kg/dia! Entre 30% e 50% do lixo é composto de alimento próprio para o consumo.”, da Central de Abastecimento para o Estado de São Paulo.

“Aproximadamente 64% do que se planta no Brasil é perdido ao longo da cadeia produtiva: 20% na colheita, 8% no transporte e armazenamento, 15% na indústria de processamento, 1% no varejo e 20% no processamento culinário e hábitos alimentares.”, do caderno temático “A nutrição e o consumo consciente” do Instituto Akatu (2003).

“Uma casa brasileira desperdiça, em média, 20% dos alimentos que compra semanalmente. Isso significa uma perda de US$ 1 bilhão por ano, ou o suficiente para alimentar 500 mil famílias.”, do Akatu, 2004.

De acordo com o site www.bancodealimentos.org.br, entre 30 e 50 toneladas por dia poderiam alimentar grande parte da população carente. No entanto, a falta de planejamento educacional para sustentação da base deixa cada vez mais longe a possibilidade de erradicação da fome no Brasil.

Procurando sobre o tema na internet, encontrei uma apostila com algumas dicas e receitas de um antigo projeto do Serviço Social do Comércio, SESC, chamado Mesa Brasil.
http://www.sescsp.org.br/sesc/mesabrasilsp/biblioteca/aproveitamento.pdf

Abaixo, segue uma dica fácil, encaminhada pela Kelly, da coluna A Moda Mudou.

Bolo de casca de banana

Ingredientes
4 xícaras de chá de casca de banana bem lavada (banana nanica)
2 ovos
2 xícaras de leite
2 colheres sopa de margarina
3 xícaras de farinha de rosca
3 xícaras açúcar (para diabéticos 3 xícaras de chá de adoçante Tal e Qual)
1 colher de fermento em pó

Modo de fazer
Bata as claras em neve e reserve na geladeira.
Bata no liquidificador as gemas, o leite, a margarina, o açúcar e as cascas de banana.
Despeje a mistura numa tigela, e vá acrescentando, delicadamente, a farinha de rosca e as claras. Por último, o fermento.
Despeje na assadeira untada com margarina e farinha e leve ao forno pré-aquecido em 180ºC por 40 minutos.

Dica de cobertura
Meia xícara chá de açúcar (ou adoçante), 1 ½ de chá de água, 4 bananas e meio limão. Derreta o açúcar e junte a água para fazer um caramelo, acrescente as bananas cortadas em rodelas e o suco de meio limão. Deixe cozinhar e jogue no bolo ainda quente.

Pode-se jogar uvas passas por cima como na foto ao lado, fica muito gostoso também !

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Hamburgueria Nacional






“Peça qualquer hambúrguer do cardápio e ganhe o melhor hambúrguer da cidade”. Essa frase abre o site da Hamburgueria Nacional, renomado restaurante em São Paulo que descreve no nome seu prato principal.
Os hambúrgueres são criação do chef Jun Sakamoto, já conhecido na culinária japonesa, claro, e dono do restaurante que leva seu próprio nome. A Hamburgueria ganhou diversos prêmios e hoje ostenta o posto de 4º melhor hambúrguer do mundo em eleição feita pela revista americana Travel & Leisure.

O cardápio é basicamente feito de carnes. Entre os destaques estão os hambúrgueres de 350g. Todos são assados em salamandra, de cima para baixo, um processo saudável, pois a carne não tem contato com a gordura. Na minha opinião, deixa a carne, pedida ao ponto, dourada por fora e suculenta por dentro.

O hambúrguer pode ser pedido com pão e outros acompanhamentos, ou com salada. Entre os acompanhamentos, vale experimentar a maionese da casa, de raiz forte ou o shitake.

Para quem prefere experimentar algo novo, o sanduíche de atum cru com molho tare e rúcula é uma boa pedida. O atum selado preserva a consistência e o sabor que combinam perfeitamente com o molho agridoce, bem japa, e o ardido da rúcula.

O que é que eu peço quando vou lá? Para petiscar, a cebola - onion rings -, que aqui não é oleosa; super búrguer (350g) ou hambúrguer (200g) com crosta de pimenta do reino com queijo suiço; e se ainda tiver espaço para a sobremesa, fico na dúvida entre cheesecake (sempre um clássico), petit gateau, muito bem servido.

Bom apetite!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O Hambúrguer




O Hambúrguer, ícone da culinária norte-americana, não nasceu na terra do Tio Sam. Sabe-se por lá que ele veio da Alemanha, mais especificamente de uma região de nome sugestivo, Hamburgo.

Dizem aqui e acolá que o hambúrguer nasceu no século XVIII - cavaleiros tártaros, em suas jornadas, carregavam carne moída e crua amassada. Com o tempo essa carne tornava-se macia de mastigar porque ficava no lombo dos cavalos.

Os Estados Unidos fizeram o boom na iguaria. Foram eles os responsáveis por simplesmente incluir o pãozinho. Para os que assistiam desenhos na década de 70 a 90, uma curiosidade: o personagem Dudu, do desenho Popeye, foi criado no período pós-guerra, e teve seu nome adotado por uma rede de lanchonetes nos Estados Unidos (em inglês, Wimpy). Os hambúrgueres eram vendidos a 10 centavos de dólar. Imagine uma promoção dessas no McDonald’s!

Por aqui, o hambúrguer chegou com um americano chamado Robert Falkenburg em 1952, sendo o Rio de Janeiro a cidade eleita para a criação de seu primeiro restaurante, o Bob’s. Desde então, o hambúrguer se popularizou no Brasil. É possível encontrá-lo em barraquinhas a preços módicos e em restaurantes de luxo, feitos por chefs renomados. O hambúrguer amplia a ideia do que de fato pode ser experimentado em um estilo de comida. Além dos triviais, pode-se encontrar hambúrguer de siri, carneiro, costela, peixe, de vegetais... sem contar os acompanhamentos que recheiam e divertem.

Com certeza, na sua cidade tem um hambúrguer ou um tempero diferente. Gostaria de saber quais são os mais incomuns em sua cidade, ou se tem algum tradicional que não exista em outro lugar.

Antes de ir, deixo um vídeo do Adam Richman do programa americano Man vs Food. No reality show sobre comida, Adam mostra o maior hambúrguer do mundo.

Enjoy!
http://www.youtube.com/watch?v=XqIWPvCgi9g

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Sobá






Na década passada, o Brasil passou por uma adaptação ao paladar japonês. Muitos restaurantes japoneses foram abertos e modificados respeitando características e gostos do brasileiro, sendo o rodízio o estilo escolhido para propagação. A Abresi, Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo, em um recente estudo, constatou que na capital de São Paulo há 600 restaurantes japoneses contra 500 churrascarias.

A aceitação do povo brasileiro dessa nova culinária se deve principalmente a difusão da cultura japonesa em nosso meio ao longo do tempo. Espalhados por todos os cantos do Brasil, especialmente em São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul, é possível encontrar restaurantes de cultura japonesa dos mais tradicionais aos mais modernos adaptados ao tempero brasileiro.

O Sobaria é um restaurante sul matogrossense situado na região da Vila Mariana, na capital de São Paulo. O forte lá são as carnes, pratos típicos como sopa paraguaia, e o sobá, meu favorito.

Porém, o que tem a ver comida japonesa e um restaurante sul matogrossense? Não sei se você sabe, mas a porcentagem de japoneses e seus descendentes no Mato Grosso do Sul é bastante alta - principalmente originários de Okinawa. Com isso, a culinária também foi bastante influenciada.

Soba é o macarrão - alguém aí lembrou de yakissoba? Já o sobá é um prato típico sul matogrossense encontrado em feiras livres, barraquinhas e restaurantes. Foi trazido pelos imigrantes japoneses especificamente da ilha de Okinawa, que se estabeleceram na região a partir de 1908. Como crença, o prato é degustado na passagem de ano, ajudando a atrair riquezas. O macarrão, fino e longo, simboliza longevidade, pois lembra a barba e os cabelos brancos dos deuses.
O prato é basicamente feito de macarrão, omelete cortado em tiras, muita cebolinha e algum tipo de carne ou shitake. O caldo que mantém aquecido os ingredientes é feito à base de shoyu.

Na Sobaria é possível encontrar o sobá em dois tamanhos, médio (R$ 20) e grande (R$ 24).

Se você gosta de tomar um “abre o apetite” antes, experimente a cachaça Taboa feita de mel, canela, guaraná em pó e ervas naturais. Outra boa opção é o tereré, bebida feita de erva mate e servida gelada com gotas de limão. Alguns adicionam sucos e até refrigerantes.

Na sua cidade tem algum restaurante que faça o Sobá ?
Mande para mim ou comente aqui na coluna para divulgarmos.

Itadakimasu !!!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Coluna PapoPanela






Comer em sentidos

O paladar é responsável por reconhecer 4 gostos básicos: o amargo, o ácido, o salgado e o doce. Existe ainda um quinto gosto, discutível, o umami (link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Umami), realçado pelo glutamato monossódico. Mas, o que eu gostaria de discutir aqui é que o ato de comer é maior do que simplesmente ingerir algo.
Comer é um ato social - e está diretamente relacionado às nossas emoções, lembranças e desejos. Muitas datas especiais - Dia dos pais, das mães, ceias de Natal e Ano Novo - são comemoradas com comida e bebida; de preferência, grandes banquetes, com família e amigos. Com boas refeições, negócios foram fechados; corações, conquistados pelo estômago; e muito já se comemorou com tilintares de copos.
O comer, em si, também aguça os sentidos. Todos, não só o paladar. Come-se também com os olhos, texturas ganham vida na boca e nas mãos, o cheiro da comida resgata memórias, a crocância instiga os ouvidos.
As refeições esquentam também o coração. Minha vó baiana me esperava todo domingo com aquela tapioca, em grão, com leite de coco, feliz em adoçar a vida do netinho. Minha mãe recebe até hoje minha ligação pedindo aquele kibe assado com batatas coradas com queijo gratinado. A feijoada da minha sogra não tem igual, bem-vinda em dias frios ou de sol. Pais fazem churrasco, começando com carne e agregando opções de legumes para as filhas meninas. A cozinha contemporânea da minha esposa, que envolve a arte de abrir a geladeira e criar um prato com o que estiver disponível. Ideias malucas concebidas com amigos em volta de uma mesa. Além de lugares e restaurantes onde refeições foram feitas com olhar crítico ou de curtição.
Uma das definições de gastronomia refere-se à capacidade de apreciar boa comida. Aqui nesse espaço quero falar um pouco sobre pratos, bebidas e restaurantes. Não sou nem tenho a pretensão de ser nenhum especialista. Parto do princípio básico de que gosto de comer e do que está relacionado ao ato.
Como cada um possui sua própria definição de boa comida (mas em geral o prazer de comer é um sentimento compartilhado), conto com a ajuda de vocês, postando curiosidades, restaurantes-pratos-drinques favoritos. Sintam-se à vontade para manifestar sugestões e opiniões. E, até nosso próximo encontro, bon apétit!

e-mails para coluna PapoPanela
thiagodbnoronha@gmail.com